sábado, 5 de novembro de 2011
Ecoopalmar viabiliza vsita aos Palmares de Castilhos
Alunos do Curso de Turismo realizam Seminário do Butiá
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Entidades querem recuperar o Ecossistema Palmar
sábado, 26 de junho de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Culinária do Butiá

Visitando o blog Come-se encontrei umas receitas interessantes que vale a pena conferir:
http://come-se.blogspot.com/2009/01/resposta-charada-ou-tempo-de-buti-ou.html
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Eu amo Santa Vitória do Palmar
sábado, 6 de junho de 2009
3ª Febutiá valoriza as palmeiras

O palmar, através dos tempos, foi de grande importância cultural e econômica. Atualmente a cultura produtiva do palmar se dá especialmente na produção artesanal de diversos produtos a partir de seu fruto: o butiá, licor, sorvete, doces, geléias são alguns exemplos de produtos derivados dessa fruta. Já a folha da palma é utilizada para confecção de adornos, como bolsas, utensílios, entre outros.
A palmeira do butiá (butia capitata) significa um recurso socioeconômico importante para a população santa-vitoriense. Percebe-se a comprovação de estudos que demonstram a utilidade econômica atual desse ecossistema na realização da Febutiá pela Prefeitura de Santa Vitória.
Grito das Palmeiras presente na Febutiá
A conclusão de uma monografia não significa o fim de um projeto, pelo menos para nós, por isso a professora Maria Inara Tavares continua com seu propósito e eu ( Guacira ) com a divugação. Um stand na entrada da feira demonstra o projeto sobre a extinção das palmeiras e sua preservação.
Inara e Guacira com o engenheiro Agrônomo Alci Cardozo e esposa na Febutiá
Primeira turna do pós em Educação Ambiental conclui epecialização

Comunidade do Orkut ajuda a divulgar as palmeiras

Desde novembro de 2008 estamos com uma comunidade no orkut que trata das palmeiras de Santa Vitória do Palmar. Participe do Grito das palmeiras : http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?rl=cpn&cmm=76607693
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Luta pela preservação das palmeiras recebe adesões em Curral Alto
Nós do projeto, Guacira e Inara ,fomos recebidas com muito carinho pela família Padilha. O encontro contou com a presença do radialista Flávio Moré que fez uma retrospectiva do programa realizado no mês de julho, contando com o nosso testemunho, do engenheiro agrônomo Carlos Alcy Cardozo, grande conhecedor do assunto, e do professor Homero Vasques Rodrigues que fez uma retrospectiva histórica dos palmares em Santa Vitória do Palmar. Também entre as presenças, Rubens Carrasco, Istênio Pereira, Abilio Borges, profissionais de cidades da Zona Sul e o irmão de Lineu Padilha, o escritor e poeta, Sérgio Padilha que nos presenteu com seu livro "A agradável necessidade de escrever".
Num dos techos de seu livro , Sérgio Padilha refere-se ao irmão Lineu. " Uma vida de trabalho sério e profícuo, prestado inclusive a causas da comunidade, especialmente à Santa Vitória do Palmar, com o qual tanto te identificas." Sérgio ainda se refere ao irmão como " um homem de postura, de princípios, de passado retilínio que transita pelo presente com determinação e vontade, em direção ao futuro animado de projetos nascidos de forte idealismo que nunca te faltou. " Um depoimento que espelha com exatidão a pessoa que é Lineu padilha.
Nós do Grito das Palmeiras, agradecemos ao engajamento do produtor rural Lineu Laforet Padilha e de todos os seu amigos que se sensibilizaram com a nossa causa. A inciativa de realizar esse encontro enriqueceu o nosso projeto e nos motivou a ir em frente defendendo a preservação das palmeiras.
Para simbolizar o encontro, foi plantada uma muda de palmeira em frente a propriedade do produtor Lineu Padilha.
Seminário da Ecopalmar discute as palmeiras
O endereço para conhecer melhor o trabalho dos vizinhos uruguaios é:
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Mais ações do projeto
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Criação do logo do projeto
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Entrevista na Rádio Cultura AM

Alunos montam viveiros de mudas de palmeiras
domingo, 20 de julho de 2008
Entrevista para a Rádio Palmares
Inara e o repórter da Palmares,
Volmir Machado
A Rádio Palmares aproveitou o momento do plantio de mudas de palmeiras feito no Pórtico de entrada da cidade e realizou uma cobertura jornalistíca da atividade. O repórter Volmir Machado entrevistou as alunas da UAB/Furg, Inara Tavares sobre o projeto que aborda a Extinção das Palmaeiras no município e Guacira Santos que na ocasião também conversou com o repórter da Palmares sobre o seu projeto que engloba ações de comunicação.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Alunos fazem plantio de palmeiras


Na terça, 15 de julho, alunos da Escola Municipal Duque de Caxias , acompanhados da professora Inara e de funcionários da Secretaria Municipal da Agricultura, fizeram o plantio de mudas de palmeira junto ao Pórtico de entrada da cidade e em frente a escola que eles estudam.
As propostas apresentadas nesse Projeto de Ação de Educação Ambiental, envolvem um conjunto amplo de atividades e ações individuais e coletivas, educandos, educadores e comunidade.
A abordagem do tema será feita na forma de estudos, palestras, filmes, saída de campo e práticas de reflorestamento. " Queremos alertar que é necessário preservar o nosso meio ambiente para manter o patrimônio natural, as nossas palmeiras" enfatiza a professora.
Ainda acompanhando o projeto, a jornalista e aluna do curso de pós-graduação, Guacira Santos, registra as ações e divulga as atividades para seu projeto que consiste em ações de comunicação diante do processo de extinção das palmeiras em Santa Vitória do Palmar.
domingo, 13 de julho de 2008
Vídeo sobre os Palmares de Castillos
http://br.youtube.com/watch?v=cpbc-fskDys
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Link da pesquisa da Furg sobre Currais de Palmas

Essa pesquisa feita por Osvaldo André Oliveira e Cláudia Teixeira
Confira pelo link
http://www.seer.furg.br/ojs/index.php/dbh/article/viewFile/253/67
Manifesto da Ecopalmar alerta sobre a extinção dos palmares

Com a introdução do gado iniciou a dificuldade de regeneração de novas mudas nos palmares. O gado come as pequenas palmas antes que possam se desenvolver inviabilizando a renovação. A seguir, veio o cultivo do arroz que agride as palmeiras há mais de quarenta anos com a inundação da área durante quatro a cinco meses por ano, mantendo suas raízes submersas, adubação, o arado e também com a aplicação aérea de defensivos agrícolas (agrotóxicos), sem- falar que centenas. de palmeiras foram arrancadas para a orizicultura.
Como conseqüência de tudo isso os palmares do nosso município estão condenados à morte, visto que as palmas esparsas estão velhas e enfraquecidas,.apresentam poucas folhas e quase não produzem seus dourados e agridoces frutos que serviam. de alimento aos primeiros habitantes desta terra (umbu, vieira, minuano e charrua).
A Revista Brasileira de Agroecologia, vol 1, nº1 de novembro de 2006 apresenta um trabalho comparando as palmeiras de Butiá capitata, em nosso município, da seguinte forma: a área 01 seria explorada por lavoura de arroz e pecuária, a área 02 seria de pequenas faixas preservadas, dentro de campos ocupados pelo gado, que pastoreia as bordas da área nativa, sendo que são raros os campos nativos não cultivados. Na área O 1 a densidade média de indivíduos adultos foi 8,83 por hectare e de plântulas 0,01 indivíduo por hectare, altura média de 7,12 m (variando entre 4,07 a 12,75 m) e diâmetro médio de -0,48 m. Na área 02 a densidade média de indivíduos adulltos foi de 131,20 por hectare, plântulas 76,80 indivíduos por hectare, altura média de 3,61 m (concentração de 55% na faixa de 1,97 a 3,27 m) e diâmetro médio de 0,60 m.
Em Santa Vitória do Palmar a área total do principal palmar é de aproximadamente vinte mil hectares, limitado ao norte pela Canoa Mirim, ao sul.pelo-porto de Santa Vitória do Palmar, a leste pela estrada da Canoa Mirim e a oeste. pela vargem (parte inundável) da lagoa Mirim.
A área mais densa do palmar foi destruída para a cultura do arroz.No lado leste da Br 411 (estrada federal), do Chuí a Curral Alto, existem algumas sedes de propriedades que.possuem pequenos palmares.
Currais de palmas se encontram no Brejo, Boqueirão, Curral Grande, Curral de Arroios,Geribatu, Curral Alto, Cerro Lindo e Canelões.
Ao longo da Br 471, nas suas "margens", nasceram entre o Chuí e a estação ecológica do Taim cerca de mil e duzentas palmeiras.
Algumas idéias para a preservação da palmeira seriam: viveiros para o cultivo e distribuição de mudas, plantio na cidade assim como nas estradas do interior, trabalho de educação com a população para a conscientização do problema e o estimulo para que plantem em suas propriedades, existe também a possibilidade do plantio comercial. Em relação ao palmar seria cumprir a lei federal a respeito de árvores nativas e a lei municipal que proíbe o seu corte e, claro, fiscalizar.
Outra alternativa seria a desapropriação de uma área do palmar, fechar a mesma evitando a entrada do gado e o plantio nesse caso nascem mudas dos caroços que estão no solo. Acreditamos, entretanto, que a melhor idéia seria o.arrendamento de uma ou mais áreas por parte do governo (municipal, estadual e/ou federal) ou pela iniciativa privada, pagando o equivalente ao que lucrariam com gado e o proprietário se comprometeria a manter a porção de campo cercada e livre de agricultura e de .gado por no mínimo dez anos ou permanentemente. A diferença seria que neste caso o proprietário continuaria com a sua terra pela qual existe um valor sentimental.
Não muito longe de Porto Alegre, junto à lagoa dos Patos, entre Barra do Ribeiro e Tapes, foi redescoberto um palmar de butiá capitata de aproximadamente oitocentos hectares.
ECOPALMAR (Associação de Defesa do Meio Ambiente de Santa do Palmar)
Vizinhos uruguaios estão preocupados com seus palmares

Mas, é lamentável que os palmares de Castillos também estão envelhecendo e os que tem entre 200 e 300 anos, não se renovam. Provavelmente lá, uma das causas da extinção seja o gado que come as pequenas palmas e não permite o crescimento de novos exemplares.
Organizações do Uruguay, como a Casa Ambiental, estão articulando campanhas para salvar esses palmares e evitar sua extinção. Nesse ecossistema também habitam uma variada fauna de aves e mamíferos que participam do processo de difusão e manutenção das sementes do butia capitata.









